Confirmada esta informação, a possibilidade de que os dados durante o voo sejam lidos, aumentam bastante.
Quase dois anos depois do acidente com o voo 447 da Air France, foi finalmente encontrada a caixa preta do airbus que caiu no Oceano Atlântico quando fazia o vôo Rio-Paris. A caixa-preta parece estar em bom estado físico, segundo um dos diretores do órgão responsável pela investigação do acidente, ela foi localizada por um robô submarino na manhã deste domingo (1). Confirmada esta informação, a possibilidade de que os dados durante o voo sejam lidos, aumentam bastante.
A caixa preta encontrada armazena dados como velocidade, potência dos motores e desempenho dos freios. Segundo a agência France Press, o diretor do órgão francês responsável pelo resgate disse que o equipamento está em bom estado de conservação e pode fornecer informações fundamentais para explicar o motivo da queda do avião.
A caixa-preta vai seguir de navio para a França. A análise das informações só deve ser iniciada daqui a uma semana. O Airbus caiu no Oceano Atlântico no dia 1º de junho de 2009, quando seguia do Rio para Paris. Ao todo, 228 pessoas morreram. Entre as vítimas, 59 brasileiros. Logo depois do acidente, 50 corpos foram resgatados.
Sabemos que esta aeronaves são as melhores ferramentas para apoio em território inimigo.
Hoje temos duas grandes armas aéreas que são o APACHE 64 e o Grandioso Black Hawk.
Estas aeronaves foram úteis em investidas da US Navy no Iraque , Somália ( Black Hawk) e nas buscas aos destroços do Air France que fatalmente caiu em águas próximas a Fernando de Noronha em 01/06/2009
Todos mundo ou quase todo mundo tem ou teve um dia o sonho de criança de pilotar uma aeronave deste tipo, mas em um sentimento são todos iguais:
" NÃO HÁ COMO NÃO FICAR HIPNOTIZADO AO VERMOS OU ESTAR PERTO DE UMA MÁQUINA DESSAS"
O Sikorsky UH-60 Black Hawk, designado pelo fabricante como S-70, é um helicóptero médio bimotor de transporte utilitário e assalto. O modelo foi o vencedor de uma competição do Exército dos Estados Unidos da América no final da década de 1970 para a substituição da família UH-1 Huey. Sua variante naval desenvolvida para a US Navy é o Sea Hawk. O fato de ser considerado o melhor em sua categoria tem influenciado suas vendas para as forças armadas de dezenas de países, inclusive o Brasil. Sendo que, sua implementação e emprego têm permitido o emprego de novas estratégias e táticas de combate.
Exército:
O Exército Brasileiro adquiriu quatro aeronaves em 1997 para operar na MOMEP (Missão de Observação Militar Equador-Peru) pelas características da região do conflito (grande altitude e sem infraestrutura aeroportuária).
Em 2006, adquiriu 6 helicópteros dos estoques dos Estados Unidos. Os H-60L foram adquiridos pela FAB objetivando atender, especificamente, a missão de Combate SAR na região amazônica, sendo distribuídos no Esquadrão Hárpia 7º/8º GAV, unidade implantadora e responsável pela doutrina de CSAR na Amazônia brasileira. Em 2009 a FAB teria feito o pedido de mais 15 unidades do UH-60L ao Congresso Americano.
Marinha do Brasil:
A Marinha do Brasil, com a finalidade de substituir as aeronaves SH-3 Sea King existentes no 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino, pretende adquirir uma variante naval do UH-60, já usada no Exército e na FAB, para emprego ASW. Convém ressaltar que esta variante não tem relação com o Sea Hawk, devido a este ser mais complexo e com mais recursos de navegação e comunicação, o que torna o modelo utilizado pelos EUA bastante oneroso.
O helicópteroAH-64 Apache da Boeing IDS é o helicóptero principal do Exército dos Estados Unidos, sucessor do AH-1 Cobra. Este é considerado o melhor helicóptero de ataque do mundo, sendo empregado em diversos ambientes hostis e com elevadas taxas de sucesso em suas missões
O Exército dos EUA emitiu um pedido de propostas (RFP) em 1972 para um helicóptero avançado de ataque (Advanced Attack Helicopter, abreviadamente AAH). De uma lista inicial de 5 fabricantes, apenas a divisão de aeronáutica Toolco Aircraft Division da Hughes Aircraft (mais tarde Hughes Helicopters) e a Bell foram seleccionadas como finalistas. O modelo 97/YAH-64 da Hughes foi preferido em detrimento do modelo 409/YAH-63 da Bell, em 1976. O primeiro vôo pelo protótipo ocorreu em 1977 embora só em 1982 tenha sido assinado o contrato. Em 1983 o primeiro helicóptero de produção foi construído nos hangares da Hughes em Mesa, Arizona. Em 1984 a Hughes Helicopters foi adquirida pela McDonnell Douglas por US$500.000.000. Esta tornou-se da Boeing Helicopters após a fusão da McDonnel Douglas e a Boeing em 1996.
Dois modelos do AH-64 destacam-se no Exército dos Estados Unidos: o AH-64A e o AH-64D. As variantes B e C chegaram a ser produzidas mas nunca entraram ao serviço. Várias variantes foram concebidas a partir dos modelos A e D para exportação. O Westland WAH-64 britânico é baseado no AH-64D, inserindo bastantes melhorias.
Construído para enfrentar o ambiente hostil das linhas da frente, pode operar durante o dia ou noite em condições atmosféricas adversas, mediante a utilização do sistema de capacete integrado e ecrã. O Apache está também equipado com tecnologia de ponta na aviónica e electrónica, como o Target Acquisition Designation Sight, Pilot Night Vision System (TADS/PNVS, que em português se traduz para Designação de Registo Visual e Aquisição de Alvo,Sistema de Visão Noturna), contra-medidas passivas de infravermelhos Buraco Negro (Black Hole) e outras, como GPS.
O custo original para o AH-64A ronda os 14,5 milhões de dólares. Em Setembro de 2003, a Grécia encomendou 12 AH-64D num total de US$675 milhões (presumivelmente incluindo suporte e armamento), indicante um preço bruto para o AH-64D de $56,25 milhões. Singapura adquiriu um total de 20 AH-64D Longbow Apache em duas fases entre 1999 e 2001. Além dos EUA, Grécia e Singapura também usam o Apache o Japão, Holanda, Reino Unido, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrain, Israel e Jordânia
O modelo avançado, o AH-64D Apache Longbow, está equipado com uma suite de sensores e armamento melhorados. A melhoria de destaque deste modelo sobre a variante A é o Longbow Fire Control Radar, instalado sobre o rotor principal. A posição elevada da redoma permite a detecção e ataque por míssil a alvos localizados atrás de obstáculos (como terreno, árvores ou edifícios). Para além disso, um modem integrado com a suite de sensores permite a esta variante D a partilha dos dados com outros AH-64D e AH-64A que não dispõe de linha-de-vista para o alvo. Desta forma, um grupo de Apaches pode atacar múltiplos alvos apenas exibindo a redoma de um Apache modelo D.
Relatórios recentes indicam que este helicóptero possui vulnerabilidades: das unidades utilizadas no Afeganistão em 2001/2002, 80% foram danificados severamente por fogo terrestre. Estes números podem dever-se ao fato de que o Apache é tipicamente colocado ao serviço o mais próximo possível da ameaça. O Apache está cotado, contudo, como o mais sobrevivente de todos os helicópteros militares. A vasta maioria de helicópteros que foram severamente atingidos puderam continuar as suas missões e retornar às suas bases.